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	<title>imposto sobre veiculos</title>
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	<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 15:28:26 +0000</pubDate>
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		<title>Carta B ja permite conduzir motos até 125cm3</title>
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 Entra amanhã em vigor a Lei que permite a condutores com carta de condução de ligeiros conduzir motos de cilindrada não superior a 125cm3 e de potência máxima até 11kw.

Em comunicado, a Associação Automóvel de Portugal (ACAP) explica que esta alteração aplica-se a &#8220;todos os titulares de carta B que cumpram uma das seguintes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center>
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</center></-> <h3>Entra amanhã em vigor a Lei que permite a condutores com carta de condução de ligeiros conduzir motos de cilindrada não superior a 125cm3 e de potência máxima até 11kw.</h3>
<div class="IconBase"></div>
<h4>Em comunicado, a Associação Automóvel de Portugal (ACAP) explica que esta alteração aplica-se a &#8220;todos os titulares de carta B que cumpram uma das seguintes condições:a) Tenham idade igual ou superior a 25 anos;<br />
b) Sejam titulares de habilitação legal válida para a condução de ciclomotores.&#8221;</p>
<p>Relativamente a situações fora destas condições haverá &#8220;lugar a um exame prático, sendo facultativa a instrução em escola de condução&#8221;, acrescenta a ACAP.</p>
<p>De acordo com a associação, esta mudança &#8220;irá ter um forte impacto ao nível da melhoria da mobilidade, sobretudo em circuitos urbanos, onde haverá vantagens ao nível da redução de emissões, consequente redução de consumo de combustíveis e maior fluidez do tráfego&#8221;.</p>
<p>A alteração teve início numa proposta legislativa do Partido Comunista que foi aprovada na Assembleia da República com os votos favoráveis de todos os partidos.</h4>
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		<title>Boicote às gasolineiras sem adesão nenhuma</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 12:23:56 +0000</pubDate>
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 Boicote às gasolineiras da Galp, BP e Repsol sem adesão nenhuma
O boicote às gasolineiras das marcas das três grandes petrolíferas a operar em Portugal (Galp, BP e Repsol), que foi convocado espontaneamente pelos consumidores e depois por alguns movimentos, para os três primeiros dias de Junho, não está a ter adesão.
 
Quem o diz é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Boicote às gasolineiras da Galp, BP e Repsol sem adesão nenhuma</h3>
<p>O boicote às gasolineiras das marcas das três grandes petrolíferas a operar em Portugal (Galp, BP e Repsol), que foi convocado espontaneamente pelos consumidores e depois por alguns movimentos, para os três primeiros dias de Junho, não está a ter adesão.</p>
<p> </p>
<p>Quem o diz é a Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (ANAREC), que está satisfeita com o resultado.</p>
<p>«A adesão a esse boicote não está a ser nem muita nem pouca, está a ser nenhuma e ainda bem. Graças a Deus, porque isso poria em causa o pagamento dos salários aos funcionários de muitos revendedores e concessionários», disse o presidente da associação, Augusto Cymbron, à <strong>Agência Financeira</strong>.</p>
<p>De acordo com as estimativas da ANAREC, «se os portugueses aderissem a uma iniciativa irresponsável como essa, perdia-se mais de 10% do movimento do mês de Junho. Porque os primeiros dias do mês são os dias de maior movimento. Depois o movimento cai a partir de dia 5, dia 6, volta a cair ainda mais entre o dia 10 e os dias 21 ou 22, que é quando recupera porque a função pública recebe os seus salários».</p>
<p>«Este apelo ao boicote é de uma irresponsabilidade atroz», critica, explicando que «a maioria dos postos de bandeira não são administrados pelas petrolíferas e sim por revendedores e concessionários, que têm as suas despesas, que estão com muitas dificuldades e que têm margens muito pequenas», reitera.</p>
<p><strong>Concorrência provar que há cartelização é quase impossível</strong></p>
<p>Para Augusto Cymbron, não é um boicote aos postos de abastecimento que vai fazer baixar os preços. A sua esperança recai agora na Autoridade da Concorrência e no relatório que a mesma deverá entregar esta segunda-feira ao Governo, para que este o apresente amanhã no Parlamento.</p>
<p>Embora esteja convicto de que a AdC não vai apresentar indícios de qualquer cartelização de preços, espera que a mesma faça recomendações positivas para o sector.</p>
<p>«Provar uma cartelização de preços é muito difícil, é quase impossível, porque é necessário encontrar uma carta de uma companhia para as outras, a combinar movimentações de preços», lamenta.</p>
<p><strong>Recomendações que se esperam da Concorrência</strong></p>
<p>«Mas também ninguém está à espera que a AdC apresente um relatório dizendo apenas que não encontrou provas de cartelização. Para isso não era necessário um mês de investigação, bastava uma semana. Depois deste tempo todo, espera-se que apresente outras medidas, outras recomendações», diz.</p>
<p>Augusto Cymbron tem esperança de que a anunciada separação do negócio comercial e de distribuição seja uma dessas recomendações. «Já se começou a trabalhar nisso em 2006, mas faltou a portaria regulamentar», lamenta.</p>
<p>«Já lá vão dois anos e quatro meses. Mesmo que o Governo decida tomar essa medida, falta lançar o concurso para a empresa que vai ficar com o negócio, falta o prazo para os interessados apresentarem propostas, formarem sociedade, depois ainda há um tempo para reclamações e contra-reclamações. Tudo somado, e se tudo correr sobre rodas, este processo ainda vai levar mais seis meses a um ano. Nós e os portugueses não podem aguentar por mais tempo a actual situação», alerta.</p>
<p>Mais do que esperar que «a AdC dê algumas luzes ao Governo sobre como actuar», o presidente da ANAREC tem esperança de «ver as margens de lucro das companhias petrolíferas limitadas».</p>
<p>Fonte: IOL diário</p>
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		<title>Corrida às gasolineiras mais baratas para abastecer a crédito</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 12:21:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Consumidores estão cada vez mais revoltadosA subida dos preços dos combustíveis está a desviar clientes dos postos tradicionais para as gasolineiras dos hipermercados que praticam preços mais baixos, levando os automobilistas a formar filas diariamente, alguns para abastecer a crédito, escreve a «Lusa». 
Segundo Miguel Costa, responsável da Área de Negócio das Gasolineiras da cadeia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="nt"><span class="res">Consumidores estão cada vez mais revoltados</span><span class="art">A subida dos preços dos combustíveis está a desviar clientes dos postos tradicionais para as gasolineiras dos hipermercados que praticam preços mais baixos, levando os automobilistas a formar filas diariamente, alguns para abastecer a crédito, escreve a «Lusa». </p>
<p>Segundo Miguel Costa, responsável da Área de Negócio das Gasolineiras da cadeia de hipermercados Jumbo, a estratégia da rede de postos de combustível é praticar os preços mais baixos das regiões onde estão instalados.</p>
<p>Diariamente registam-se filas constantes para abastecer, provocando sérios problemas de congestionamento de trânsito que prejudicam, inclusive, os acessos ao hipermercado.</p>
<p>A escalada dos preços dos combustíveis não está a afectar negativamente o movimento, que até tem aumentado.</p>
<p>«Quanto maior é o preço mais apetência existe por parte do público em afluir aos nossos postos Jumbo», garante.</p>
<p><strong>Pagar só no fim do mês</strong></p>
<p>Uma das razões apontadas por alguns automobilistas à «Lusa» para a preferência por aquela gasolineira é a possibilidade de pagar o abastecimento «no fim do mês», através do «cartão Jumbo».</p>
<p>O responsável reconhece que «o cartão Jumbo tem uma elevada adesão por parte dos clientes, sendo também um meio de pagamento muito utilizado nas gasolineiras Jumbo».</p>
<p><strong>Fugir das bombas de marca</strong></p>
<p>«Temos que procurar o preço mais baixo, porque isto que está a acontecer é uma roubalheira», queixava-se um fiscal de obras, em declarações à «Lusa», referindo-se aos sucessivos aumentos dos combustíveis dos últimos meses. José Carvalho procura as promoções sempre que é possível, nem que isso o obrigue a «perder tempo» numa extensa fila como a que diariamente se regista junto ao posto localizado nas proximidades do Parque Nascente. «Quando sou obrigado a abastecer num bomba normal, meto só cinco euros», afirmou.</p>
<p>«Isto é um absurdo. As pessoas não sabem o que fazer. Desde que comprei a minha carrinha, o gasóleo já aumentou 100 por cento, passou de 70 cêntimos para 1,40», afirmou um outro cliente.</p>
<p>«A mim não me interessam os descontos, poupam-se alguns cêntimos que nem dão para aquecer a carteira», criticou um taxista que se encontrava naquele local, comentando os descontos que algumas gasolineiras oferecem, que considera que só servem para «enganar o Zé Povinho».</p>
<p>«Antigamente abastecia o meu carro com 20 euros e dava-me para o dia todo», afirmou, lamentando que «agora, mesmo que abasteça com 30 ou 40 euros, é quase impossível chegar ao fim do dia com gasolina no depósito».</p>
<p>Numa ronda efectuada pela «Lusa» foi possível constatar que os preços diferem de posto para posto. Numa mesma estrada, oscilavam entre 1,375 e 1,295 euros.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: agência financeira</p>
<p></span></div>
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		<title>ANTRAM acusa gasolineiras de não reflectirem descida do crude nos preços</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 12:54:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Associação Nacional dos Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) considera que os preços de venda ao público da gasolina e do gasóleo praticados actualmente não reflectem a realidade das cotações do barril de petróleo nos últimos três meses.
Cristina Barreto
Em comunicado, a ANTRAM alerta para o tratamento diferenciado que as gasolineiras têm vindo a ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="entradilla">A Associação Nacional dos Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) considera que os preços de venda ao público da gasolina e do gasóleo praticados actualmente não reflectem a realidade das cotações do barril de petróleo nos últimos três meses.<span></p>
<p><span class="firma">Cristina Barreto</span></p>
<p><span class="txt">Em comunicado, a ANTRAM alerta para o tratamento diferenciado que as gasolineiras têm vindo a ter face às variações de preço dos combustíveis.</p>
<p>Uma análise efectuada por esta associação sobre a evolução do preço do gasóleo rodoviário, desde a liberalização em Janeiro de 2004 até 12 de Setembro de 2008, mostra que o custo médio anual do litro de gasóleo (sem IVA) encontra-se actualmente 62% acima da média de 2004.</p>
<p>A ANTRAM verificou que a 9 de Maio o litro de gasóleo era vendido a 1,048 euros (s/IVA) e o preço do barril encontrava-se nos 123,54 dólares, enquanto que no dia 29 de Agosto o litro mantinha-se nos 1,048 euros (s/IVA) e o preço do barril tinha recuado para 113,49 dólares. Assim, a diferença de preço do barril em dólares baixou 10,05, ou seja 8,1%, mas, no entanto, tendo em conta as variações cambiais, e uma vez que o dólar estava mais forte em Agosto, essa diferença em euros era apenas de 2,90, ou 3,6%.</p>
<p>A mesmo estudo mostra que esta situação agrava-se quando comparados dois períodos distintos. Entre 4 de Janeiro e 28 de Março de 2008, em média e face às variações semanais, o gasóleo subiu 1,21% enquanto o Brent subiu 1,84%, situação essa que se reflectiu nos consumidores e nas empresas. Já de 6 de Junho a 12 de Setembro de 2008, o gasóleo desceu 0,44% face à descida de 1,01% do Brent, cenário esse que já não se reflectiu nem nas empresas nem junto dos consumidores.</p>
<p>A Associação Nacional dos Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias lembrou ainda a grande preocupação demonstrada pelo Governo no passado mês de Junho, na altura da negociação do protocolo de entendimento que pôs fim à paralisação dos camionistas que afectou todo o país, pelo que estranha que não tenham sido ainda tomadas &#8220;medidas de incentivo para as empresas ao regular os preços dos combustíveis junto das gasolineiras.&#8221;</p>
<p>A ANTRAM conclui que continua a existir uma enorme discrepância entre os valores praticados em Espanha e no nosso país, o que inviabiliza qualquer tipo de capacidade das empresas portuguesas em concorrer com as suas rivais espanholas. Os dados divulgados em Agosto pela Direcção Geral de Energia e Geologia mostravam uma diferença </span></span></span></p>
<p><span class="entradilla"><span></span></span></p>
<p><span class="entradilla"><span><span class="txt">Fonte :  <a href="http://diarioeconomico.sapo.pt" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/diarioeconomico.sapo.pt?referer=');">http://diarioeconomico.sapo.pt</a></span></span></span></p>
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		<title>Presidente da República autoriza chips nas matrículas</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 19:04:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>100muros</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O Presidente da República, Cavaco Silva, promulgou esta quinta-feira o diploma que autoriza o Governo a legislar sobre a instalação obrigatória de um dispositivo electrónico de matrícula em todos os veículos motorizados, mas com uma ressalva relativa à reserva da privacidade dos condutores.
Numa mensagem disponibilizada no site da Presidência, o chefe de Estado refere que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, Cavaco Silva, promulgou esta quinta-feira o diploma que autoriza o<span style="color: #000000;"> Governo </span>a legislar sobre a instalação obrigatória de um dispositivo electrónico de matrícula em todos os veículos motorizados, mas com uma ressalva relativa à reserva da privacidade dos condutores.</p>
<p>Numa mensagem disponibilizada no <span style="color: #000000;">site da Presidência</span>, o chefe de Estado refere que as dúvidas sobre a reserva de intimidade da vida privada dos cidadãos, que o novo mecanismo de identificação e detecção electrónica de veículos suscita, não foram dissipadas, aconselhando a que o Governo seja mais claro no decreto-lei que tornará o dispositivo electrónico obrigatório.</p>
<p>Recorde-se que esta medida governamental passou no Parlamento apenas com os votos do PS, com a oposição a levantar várias objecções.</p>
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		<title>Ministro da Economia limitado para intervir no mercado</title>
		<link>http://impostosobreveiculos.com/2008/ministro-da-economia-nao-limitado-para-intervir-no-mercado/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 17:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>100muros</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Combustíveis: Ministro da Economia sem grande margem de manobra para intervir no mercado - especialistas
Fonte Lusa
O ministro da Economia apenas poderá pressionar as empresas petrolíferas a baixar os preços dos combustíveis, restando-lhe poucas medidas de intervenção, à excepção da fixação administrativa e da mexida nos impostos, defenderam à Lusa vários especialistas do sector.
O analista do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Combustíveis: Ministro da Economia sem grande margem de manobra para intervir no mercado - especialistas</em></strong></p>
<p>Fonte Lusa</p>
<p>O ministro da Economia apenas poderá pressionar as empresas petrolíferas a baixar os preços dos combustíveis, restando-lhe poucas medidas de intervenção, à excepção da fixação administrativa e da mexida nos impostos, defenderam à Lusa vários especialistas do sector.</p>
<p>O analista do Espírito Santo Research (ESR), Pedro Morais, afirmou à Lusa que Manuel Pinho &#8220;não tem muitas ferramentas para fazer algo sem ser contestado pelos operadores&#8221;.</p>
<p>O analista considera difícil que o ministro &#8220;tenha uma medida prática que possa tomar&#8221;, à excepção da baixa do ISP (Imposto sobre os Produtos Petrolíferos) e da fixação dos preços administrativamente.</p>
<p>Contudo, a descida dos impostos não é desejável para os cofres do Estado e fixar os preços administrativamente é &#8220;recuar quatro anos&#8221; na liberalização do mercado, defendeu.</p>
<p>Pedro Morais defende que uma das vias poderá ser o Estado utilizar os 7 por cento que ainda detém na Galp para tentar influenciar a gestão da petrolífera.</p>
<p>O ministro da Economia admitiu quarta-feira, em entrevista à SIC Noticias, que poderá intervir no mercado dos combustíveis para defender os consumidores.</p>
<p>&#8220;Estou preparado para tomar toda e qualquer medida em defesa dos consumidores&#8221;, afirmou Manuel Pinho, embora tenha rejeitado a fixação administrativa dos preços.</p>
<p>&#8220;Acredito que os preços vão baixar, mas se não baixarem vamos ver se há algum problema na raiz e vamos resolvê-lo&#8221;, afirmou.</p>
<p>A investigação profunda do mercado, anunciada pela Autoridade da Concorrência, é uma das medidas defendidas pelo especialista em petróleo, Caleia Rodrigues.</p>
<p>&#8220;O ministro não pode tomar medidas discricionárias porque estamos numa economia aberta, mas pode investigar e fazer pressão&#8221;, defendeu em declarações à Lusa.</p>
<p>Para além destas medidas, Caleia Rodrigues defende que o Governo só pode mexer nos impostos, duvidando que &#8220;tenha força para fixar preços máximos&#8221;, como fez o Governo Regional da Madeira, acabando com a liberalização dos combustíveis.</p>
<p>Uma intervenção no mercado liberalizado é também recusada pelo secretário-geral da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO), José Horta, que afirma que o primeiro-ministro garantiu &#8220;há dois anos que não interviria no preço dos combustíveis&#8221;.</p>
<p>&#8220;Só poderá intervir, mudando o quadro legal de actividade, o que não me parece possível face aos acordos que Portugal tem no âmbito da União Europeia&#8221;, afirmou à Lusa.</p>
<p>&#8220;Não vislumbro medidas, a não ser uma medida restritiva à liberdade do mercado&#8221;, disse.</p>
<p>Um especialista em concorrência afirmou à Lusa que o ministro poderá tomar apenas duas medidas: ou baixar os impostos ou voltar a fixar administrativamente os preços.</p>
<p>O Governo Regional dos Açores decidiu mexer no ISP para combater as variações internacionais do preço do combustível.</p>
<p>Através de uma oscilação ascendente ou descendente de 10 por cento no ISP o Governo Regional consegue neutralizar a oscilação nos preços.</p>
<p>O analista financeiro da IMF-Informação de Mercados Financeiros, Ricardo Marques, afirmou à Lusa não se pronunciar sobre &#8220;medidas políticas&#8221;, mas considera que as petrolíferas usam fórmulas de cálculo diferentes na subida e na descida dos preços dos produtos.</p>
<p>&#8220;Há claramente uma política comercial que não me parece que seja igual nas subidas e nas descidas, baseada na cotação dos produtos refinados em euros&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo este analista, há uma &#8220;correlação quase perfeita&#8221; entre o aumento dos preços refinados em euros e o aumento do preço dos combustíveis na bomba, que não se verifica quando os preços baixam.</p>
<p>Na sua opinião, e tendo em conta a dimensão da descida do preço do gasóleo nos mercados internacionais - de 840 euros por tonelada entre Maio e Julho para os actuais 600 euros - o preço devia estar na bomba 10 por cento mais barato do que o que está.</p>
<p> </p>
<p>Fonte Lusa</p>
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		<item>
		<title>Combustíveis em Portugal não descem</title>
		<link>http://impostosobreveiculos.com/2008/combustiveis-em-portugal-nao-descem/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 18:21:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>100muros</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;Tendência de preços tem de ser de descida com quebra no petróleo - Manuel Pinho&#8221;
Sines, 17 Set (Lusa) - O ministro da Economia Manuel Pinho sublinhou hoje que a tendência nos preços dos combustíveis tem de ser de descida com a quebra do preço do petróleo, não comentando a subida de preços de combustíveis decidida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Tendência de preços tem de ser de descida com quebra no petróleo - Manuel Pinho&#8221;</strong></p>
<p class="Text"><strong>Sines, 17 Set (Lusa) - O ministro da Economia Manuel Pinho sublinhou hoje que a tendência nos preços dos combustíveis tem de ser de descida com a quebra do preço do petróleo, não comentando a subida de preços de combustíveis decidida por algumas petrolíferas.</strong></p>
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<p>&#8220;<em><strong>Há uma relação bastante próxima, mas não coincidente entre os preços do petróleo e os preços dos produtos. Este efeito por não ser no dia seguinte, mas acredito que seria totalmente anormal se esta tendência não se reflectisse</strong></em>&#8220;, afirmou o ministro aos jornalistas, após a cerimónia que assinalou o arranque das obras de ampliação do complexo petroquímico da Repsol em Sines.</p>
<p>A BP subiu um cêntimo na gasolina e desceu um cêntimo no gasóleo a partir das 00:00 de hoje, enquanto a Galp manteve o preço da gasolina e reduziu um cêntimo o gasóleo.</p>
<p>A Repsol vai descer a partir das 00:00 de quinta-feira um cêntimo no preço do gasóleo, mantendo o valor a pagar pela gasolina.</p>
<p>O ministro congratulou-se com a descida dos preços do petróleo que estão 50 dólares abaixo do máximo atingido em Julho, e disse que essa quebra terá de se reflectir nos preços da gasolina e do gasóleo &#8220;mesmo que isso não seja de um dia para o outro, o que interessa é a tendência&#8221;.</p>
<p>Manuel Pinho disse ainda concordar com a &#8220;recomendação de vigilância&#8221; dos preços dos combustíveis feita na terça-feira pelo comissário europeu da Energia, Andris Piebalgs.</p>
<p>Andris Piebalgs disse na terça-feira que o regulador português &#8220;tem de acompanhar melhor o mercado nacional dos combustíveis&#8221; e &#8220;confirmar permanentemente que não há práticas de cartelização entre as gasolineiras, ou quaisquer outras situações que afectem a concorrência e os consumidores&#8221;.</p>
<p><strong>&#8220;Não ouvi as declarações [de Piebalgs], mas deve ter sido uma recomendação de vigilância e estou totalmente de acordo&#8221;,</strong> afirmou o ministro da Economia.</p>
<p>Manuel Pinho disse ainda ter falado com a Autoridade da Concorrência que lhe assegurou estar atenta ao mercado.</p>
<p>Fonte: Lusa</p>
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		<title>chip nas matrículas gera polémica</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 14:04:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não é um assunto pacífico e está a levantar muitas dúvidas, gerando mesmo uma onda de contestação na internet. Um dia depois da promulgação, pelo Presidente da República, do diploma que autoriza o Governo a colocar chips nas matrículas, já existe uma petição on-line com centenas de assinaturas. As dúvidas subsistem, inclusivamente da parte da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é um assunto pacífico e está a levantar muitas dúvidas, gerando mesmo uma onda de contestação na internet. Um dia depois da promulgação, pelo Presidente da República, do diploma que autoriza o Governo a colocar chips nas matrículas, já existe uma petição on-line com centenas de assinaturas. As dúvidas subsistem, inclusivamente da parte da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD)</p>
<p> </p>
<p>«Num parecer elaborado em Abril, a Comissão suscitou algumas dúvidas, que agora foram confirmadas pelo Presidente da República», recordou ao <em>PortugalDiário</em> Isabel Cruz, secretária-geral da CNPD. Inicialmente, existia a dúvida sobre se o Governo poderia legislar sem passar pela Assembleia da República, mas tal situação foi alterada e o diploma foi mesmo discutido, com polémica, no Parlamento.</p>
<p><a href="http://diario.iol.pt/politica/chip-carros-veiculos-cavaco-silva-ps-ultimas-noticias/985645-4072.html" target="blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/diario.iol.pt/politica/chip-carros-veiculos-cavaco-silva-ps-ultimas-noticias/985645-4072.html?referer=');"><strong>Chip vai respeitar vida privada dos cidadãos</strong></a></p>
<p>Com a autorização legislativa surgiu uma outra dúvida sobre a natureza do chip, se seria de monitorização por satélite ou local. O Governo explicou que seria local, colocando de parte o GPS e abrindo portas ao RFID (Radio-Frequency IDentification). Ainda assim, é algo que terá de ser esclarecido pelo próprio executivo durante a elaboração da lei, tal como a entidade que irá gerir os dados e a sua aplicação.</p>
<p>Em todo o caso, a Comissão terá de ser ouvida novamente, para emitir um parecer sobre a nova lei. Trata-se de uma tecnologia sem precedentes na União Europeia, pelo que a própria Comissão apresenta reservas, nomeadamente em relação a alternativas.</p>
<p><strong>Petição on-line</strong></p>
<p>Subsistem reservas em relação a este tipo de tecnologias e foi isso mesmo que suscitou o surgimento de uma petição on-line contra o diploma. A <a href="http://www.ipetitions.com/petition/siev/" target="blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ipetitions.com/petition/siev/?referer=');"><strong>«Petição Contra a Colocação Obrigatória de Chips de Vigilância nas Matrículas dos Veículos Automóveis»</strong></a> pretende denunciar «as premissas ambíguas e questionáveis do projecto».</p>
<p>«O Sistema de Identificação Electrónica de Veículos SIEV parece ser inútil, até prejudicial, do ponto de vista da facilitação da vida do utente; o governo, e os seus parceiros privados neste projecto, passam a deter um poder excessivo e injustificado para controlar, e eventualmente taxar, os veículos; o direito à privacidade dos automobilistas é posto em causa; e, uma vez mais, pretende-se que os contribuintes portugueses sejam chamados a pagar um projecto governamental megalómano, dispensável, e potencialmente prejudicial para as suas liberdades e direitos elementares», lê-se na petição.</p>
<p><strong>Dez a quinze euros</strong></p>
<p>O Governo assegura que a privacidade não estará em causa e vai explicando a utilização das «e-matrículas». O secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, informou, em entrevista à SIC Notícias, que os novos dispositivos a colocar nos veículos custarão «entre dez e quinze euros» e serão pagos pelos utilizadores, o que já motivou também o protesto por parte do Automóvel Clube de Portugal. Na perspectiva do presidente Carlos Barbosa, esse encargo devia pertencer às seguradoras.</p>
<p>Paulo Campos explica que o chip não vai colocar em a privacidade e será «um instrumento fundamental para a diminuição da sinistralidade automóvel», com «fiscalizações mais eficazes», para além de «ajudar a gerir melhor as infra-estruturas rodoviárias».</p>
<p>Os dados serão geridos por «uma entidade a criar», que estará sobre a alçada do Ministério das Obras Públicas, podendo ser utilizados em quatro ocasiões: «pela polícia; pela entidade que cobra portagens, como acontece com a Via Verde, de forma totalmente voluntária; por privados, como seguradores, no caso de um segundo veículo que seja pouco utilizado e que poderá pagar apenas quando estiver a circular, ou seja, novamente de forma voluntária; para além da própria entidade de gestão».</p>
<p> </p>
<p>Conteudo IOL Diário</p>
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		<title>Selo automóvel</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 14:43:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Boas.  Como vocês já sabem o selo automóvel já não se vende nas papelarias mas nas finanças e tem de se pagar no mês da matrícula do veículo automóvel. Este post é só para vos alertar que se esquecerem-se de pagar no mês do carro estão sugeitos a uma multa. foi o que se passou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boas.  Como vocês já sabem o selo automóvel já não se vende nas papelarias mas nas finanças e tem de se pagar no mês da matrícula do veículo automóvel. Este post é só para vos alertar que se esquecerem-se de pagar no mês do carro estão sugeitos a uma multa. foi o que se passou comigo. O meu carro chumbou à inspecção e foi entretanto para oficina para arranjar, nada de mais (suspensões novas, fumos, etc). Por lapso esqueçi-me de ir as finanças. fui 2 dias depois do mês passar. paguei 16 euros de selo do meu opel corsa b de 99 e mais 15 euros de multa. por isso não se esqueçam de ir pagar ,</p>
<p>cmpts migfig</p>
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		<title>Opep reduz em 520 mil barris por dia</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 23:03:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Opep reduz em 520 mil barris por dia para manter os preços
 A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) anunciou nesta quarta-feira que irá reduzir em 520 mil barris por dia a oferta global do produto.
A decisão foi tomada em uma reunião realizada em Viena por representantes dos países do cartel, em que eles discutiram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Opep reduz em 520 mil barris por dia para manter os preços</em></strong></p>
<p> A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) anunciou nesta quarta-feira que irá reduzir em 520 mil barris por dia a oferta global do produto.</p>
<p>A decisão foi tomada em uma reunião realizada em Viena por representantes dos países do cartel, em que eles discutiram a recente queda do preço do produto no mercado internacional.</p>
<p>Na terça-feira, o preço do barril caiu para menos de US$ 100 pela primeira vez desde abril.</p>
<p>O barril do petróleo tipo Brent para entrega em outubro foi negociado em Londres a cerca de US$ 99 durante o dia, encerrando o dia cotado a US$ 100,34.</p>
<p>A cotação chegou ao ápice de mais de US$ 147 em julho, levando a temores de inflação nos países consumidores. Entretanto, os preços vêm caindo desde então, refletindo o desaquecimento da economia global e a conseqüente menor demanda pelo produto.</p>
<p>Analistas também atribuíram a queda desta terça-feira à crença, entre os investidores, de que o furacão Ike não irá afetar a produção americana de petróleo na região do Golfo do México, o que elevaria a demanda dos Estados Unidos por petróleo de outros países.</p>
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