imposto sobre veiculos

blog sobre o novo imposto automóvel

Archive for the ‘Notícias’ Category

Carta B ja permite conduzir motos até 125cm3

Posted by 100muros on Sep-21-2009 under Notícias

Entra amanhã em vigor a Lei que permite a condutores com carta de condução de ligeiros conduzir motos de cilindrada não superior a 125cm3 e de potência máxima até 11kw.

Em comunicado, a Associação Automóvel de Portugal (ACAP) explica que esta alteração aplica-se a “todos os titulares de carta B que cumpram uma das seguintes condições:a) Tenham idade igual ou superior a 25 anos;
b) Sejam titulares de habilitação legal válida para a condução de ciclomotores.”

Relativamente a situações fora destas condições haverá “lugar a um exame prático, sendo facultativa a instrução em escola de condução”, acrescenta a ACAP.

De acordo com a associação, esta mudança “irá ter um forte impacto ao nível da melhoria da mobilidade, sobretudo em circuitos urbanos, onde haverá vantagens ao nível da redução de emissões, consequente redução de consumo de combustíveis e maior fluidez do tráfego”.

A alteração teve início numa proposta legislativa do Partido Comunista que foi aprovada na Assembleia da República com os votos favoráveis de todos os partidos.

Consumidores estão cada vez mais revoltadosA subida dos preços dos combustíveis está a desviar clientes dos postos tradicionais para as gasolineiras dos hipermercados que praticam preços mais baixos, levando os automobilistas a formar filas diariamente, alguns para abastecer a crédito, escreve a «Lusa». 

Segundo Miguel Costa, responsável da Área de Negócio das Gasolineiras da cadeia de hipermercados Jumbo, a estratégia da rede de postos de combustível é praticar os preços mais baixos das regiões onde estão instalados.

Diariamente registam-se filas constantes para abastecer, provocando sérios problemas de congestionamento de trânsito que prejudicam, inclusive, os acessos ao hipermercado.

A escalada dos preços dos combustíveis não está a afectar negativamente o movimento, que até tem aumentado.

«Quanto maior é o preço mais apetência existe por parte do público em afluir aos nossos postos Jumbo», garante.

Pagar só no fim do mês

Uma das razões apontadas por alguns automobilistas à «Lusa» para a preferência por aquela gasolineira é a possibilidade de pagar o abastecimento «no fim do mês», através do «cartão Jumbo».

O responsável reconhece que «o cartão Jumbo tem uma elevada adesão por parte dos clientes, sendo também um meio de pagamento muito utilizado nas gasolineiras Jumbo».

Fugir das bombas de marca

«Temos que procurar o preço mais baixo, porque isto que está a acontecer é uma roubalheira», queixava-se um fiscal de obras, em declarações à «Lusa», referindo-se aos sucessivos aumentos dos combustíveis dos últimos meses. José Carvalho procura as promoções sempre que é possível, nem que isso o obrigue a «perder tempo» numa extensa fila como a que diariamente se regista junto ao posto localizado nas proximidades do Parque Nascente. «Quando sou obrigado a abastecer num bomba normal, meto só cinco euros», afirmou.

«Isto é um absurdo. As pessoas não sabem o que fazer. Desde que comprei a minha carrinha, o gasóleo já aumentou 100 por cento, passou de 70 cêntimos para 1,40», afirmou um outro cliente.

«A mim não me interessam os descontos, poupam-se alguns cêntimos que nem dão para aquecer a carteira», criticou um taxista que se encontrava naquele local, comentando os descontos que algumas gasolineiras oferecem, que considera que só servem para «enganar o Zé Povinho».

«Antigamente abastecia o meu carro com 20 euros e dava-me para o dia todo», afirmou, lamentando que «agora, mesmo que abasteça com 30 ou 40 euros, é quase impossível chegar ao fim do dia com gasolina no depósito».

Numa ronda efectuada pela «Lusa» foi possível constatar que os preços diferem de posto para posto. Numa mesma estrada, oscilavam entre 1,375 e 1,295 euros.

 

Fonte: agência financeira

A Associação Nacional dos Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) considera que os preços de venda ao público da gasolina e do gasóleo praticados actualmente não reflectem a realidade das cotações do barril de petróleo nos últimos três meses.

Cristina Barreto

Em comunicado, a ANTRAM alerta para o tratamento diferenciado que as gasolineiras têm vindo a ter face às variações de preço dos combustíveis.

Uma análise efectuada por esta associação sobre a evolução do preço do gasóleo rodoviário, desde a liberalização em Janeiro de 2004 até 12 de Setembro de 2008, mostra que o custo médio anual do litro de gasóleo (sem IVA) encontra-se actualmente 62% acima da média de 2004.

A ANTRAM verificou que a 9 de Maio o litro de gasóleo era vendido a 1,048 euros (s/IVA) e o preço do barril encontrava-se nos 123,54 dólares, enquanto que no dia 29 de Agosto o litro mantinha-se nos 1,048 euros (s/IVA) e o preço do barril tinha recuado para 113,49 dólares. Assim, a diferença de preço do barril em dólares baixou 10,05, ou seja 8,1%, mas, no entanto, tendo em conta as variações cambiais, e uma vez que o dólar estava mais forte em Agosto, essa diferença em euros era apenas de 2,90, ou 3,6%.

A mesmo estudo mostra que esta situação agrava-se quando comparados dois períodos distintos. Entre 4 de Janeiro e 28 de Março de 2008, em média e face às variações semanais, o gasóleo subiu 1,21% enquanto o Brent subiu 1,84%, situação essa que se reflectiu nos consumidores e nas empresas. Já de 6 de Junho a 12 de Setembro de 2008, o gasóleo desceu 0,44% face à descida de 1,01% do Brent, cenário esse que já não se reflectiu nem nas empresas nem junto dos consumidores.

A Associação Nacional dos Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias lembrou ainda a grande preocupação demonstrada pelo Governo no passado mês de Junho, na altura da negociação do protocolo de entendimento que pôs fim à paralisação dos camionistas que afectou todo o país, pelo que estranha que não tenham sido ainda tomadas “medidas de incentivo para as empresas ao regular os preços dos combustíveis junto das gasolineiras.”

A ANTRAM conclui que continua a existir uma enorme discrepância entre os valores praticados em Espanha e no nosso país, o que inviabiliza qualquer tipo de capacidade das empresas portuguesas em concorrer com as suas rivais espanholas. Os dados divulgados em Agosto pela Direcção Geral de Energia e Geologia mostravam uma diferença

Fonte :  http://diarioeconomico.sapo.pt

Presidente da República autoriza chips nas matrículas

Posted by 100muros on Sep-21-2008 under Notícias

O Presidente da República, Cavaco Silva, promulgou esta quinta-feira o diploma que autoriza o Governo a legislar sobre a instalação obrigatória de um dispositivo electrónico de matrícula em todos os veículos motorizados, mas com uma ressalva relativa à reserva da privacidade dos condutores.

Numa mensagem disponibilizada no site da Presidência, o chefe de Estado refere que as dúvidas sobre a reserva de intimidade da vida privada dos cidadãos, que o novo mecanismo de identificação e detecção electrónica de veículos suscita, não foram dissipadas, aconselhando a que o Governo seja mais claro no decreto-lei que tornará o dispositivo electrónico obrigatório.

Recorde-se que esta medida governamental passou no Parlamento apenas com os votos do PS, com a oposição a levantar várias objecções.

Combustíveis: Ministro da Economia sem grande margem de manobra para intervir no mercado – especialistas

Fonte Lusa

O ministro da Economia apenas poderá pressionar as empresas petrolíferas a baixar os preços dos combustíveis, restando-lhe poucas medidas de intervenção, à excepção da fixação administrativa e da mexida nos impostos, defenderam à Lusa vários especialistas do sector.

O analista do Espírito Santo Research (ESR), Pedro Morais, afirmou à Lusa que Manuel Pinho “não tem muitas ferramentas para fazer algo sem ser contestado pelos operadores”.

O analista considera difícil que o ministro “tenha uma medida prática que possa tomar”, à excepção da baixa do ISP (Imposto sobre os Produtos Petrolíferos) e da fixação dos preços administrativamente.

Contudo, a descida dos impostos não é desejável para os cofres do Estado e fixar os preços administrativamente é “recuar quatro anos” na liberalização do mercado, defendeu.

Pedro Morais defende que uma das vias poderá ser o Estado utilizar os 7 por cento que ainda detém na Galp para tentar influenciar a gestão da petrolífera.

O ministro da Economia admitiu quarta-feira, em entrevista à SIC Noticias, que poderá intervir no mercado dos combustíveis para defender os consumidores.

“Estou preparado para tomar toda e qualquer medida em defesa dos consumidores”, afirmou Manuel Pinho, embora tenha rejeitado a fixação administrativa dos preços.

“Acredito que os preços vão baixar, mas se não baixarem vamos ver se há algum problema na raiz e vamos resolvê-lo”, afirmou.

A investigação profunda do mercado, anunciada pela Autoridade da Concorrência, é uma das medidas defendidas pelo especialista em petróleo, Caleia Rodrigues.

“O ministro não pode tomar medidas discricionárias porque estamos numa economia aberta, mas pode investigar e fazer pressão”, defendeu em declarações à Lusa.

Para além destas medidas, Caleia Rodrigues defende que o Governo só pode mexer nos impostos, duvidando que “tenha força para fixar preços máximos”, como fez o Governo Regional da Madeira, acabando com a liberalização dos combustíveis.

Uma intervenção no mercado liberalizado é também recusada pelo secretário-geral da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO), José Horta, que afirma que o primeiro-ministro garantiu “há dois anos que não interviria no preço dos combustíveis”.

“Só poderá intervir, mudando o quadro legal de actividade, o que não me parece possível face aos acordos que Portugal tem no âmbito da União Europeia”, afirmou à Lusa.

“Não vislumbro medidas, a não ser uma medida restritiva à liberdade do mercado”, disse.

Um especialista em concorrência afirmou à Lusa que o ministro poderá tomar apenas duas medidas: ou baixar os impostos ou voltar a fixar administrativamente os preços.

O Governo Regional dos Açores decidiu mexer no ISP para combater as variações internacionais do preço do combustível.

Através de uma oscilação ascendente ou descendente de 10 por cento no ISP o Governo Regional consegue neutralizar a oscilação nos preços.

O analista financeiro da IMF-Informação de Mercados Financeiros, Ricardo Marques, afirmou à Lusa não se pronunciar sobre “medidas políticas”, mas considera que as petrolíferas usam fórmulas de cálculo diferentes na subida e na descida dos preços dos produtos.

“Há claramente uma política comercial que não me parece que seja igual nas subidas e nas descidas, baseada na cotação dos produtos refinados em euros”, afirmou.

Segundo este analista, há uma “correlação quase perfeita” entre o aumento dos preços refinados em euros e o aumento do preço dos combustíveis na bomba, que não se verifica quando os preços baixam.

Na sua opinião, e tendo em conta a dimensão da descida do preço do gasóleo nos mercados internacionais – de 840 euros por tonelada entre Maio e Julho para os actuais 600 euros – o preço devia estar na bomba 10 por cento mais barato do que o que está.

 

Fonte Lusa

Combustíveis em Portugal não descem

Posted by 100muros on Sep-17-2008 under Notícias, combustíveis

“Tendência de preços tem de ser de descida com quebra no petróleo – Manuel Pinho”

Sines, 17 Set (Lusa) – O ministro da Economia Manuel Pinho sublinhou hoje que a tendência nos preços dos combustíveis tem de ser de descida com a quebra do preço do petróleo, não comentando a subida de preços de combustíveis decidida por algumas petrolíferas.

Há uma relação bastante próxima, mas não coincidente entre os preços do petróleo e os preços dos produtos. Este efeito por não ser no dia seguinte, mas acredito que seria totalmente anormal se esta tendência não se reflectisse“, afirmou o ministro aos jornalistas, após a cerimónia que assinalou o arranque das obras de ampliação do complexo petroquímico da Repsol em Sines.

A BP subiu um cêntimo na gasolina e desceu um cêntimo no gasóleo a partir das 00:00 de hoje, enquanto a Galp manteve o preço da gasolina e reduziu um cêntimo o gasóleo.

A Repsol vai descer a partir das 00:00 de quinta-feira um cêntimo no preço do gasóleo, mantendo o valor a pagar pela gasolina.

O ministro congratulou-se com a descida dos preços do petróleo que estão 50 dólares abaixo do máximo atingido em Julho, e disse que essa quebra terá de se reflectir nos preços da gasolina e do gasóleo “mesmo que isso não seja de um dia para o outro, o que interessa é a tendência”.

Manuel Pinho disse ainda concordar com a “recomendação de vigilância” dos preços dos combustíveis feita na terça-feira pelo comissário europeu da Energia, Andris Piebalgs.

Andris Piebalgs disse na terça-feira que o regulador português “tem de acompanhar melhor o mercado nacional dos combustíveis” e “confirmar permanentemente que não há práticas de cartelização entre as gasolineiras, ou quaisquer outras situações que afectem a concorrência e os consumidores”.

“Não ouvi as declarações [de Piebalgs], mas deve ter sido uma recomendação de vigilância e estou totalmente de acordo”, afirmou o ministro da Economia.

Manuel Pinho disse ainda ter falado com a Autoridade da Concorrência que lhe assegurou estar atenta ao mercado.

Fonte: Lusa

chip nas matrículas gera polémica

Posted by 100muros on Sep-16-2008 under Notícias

Não é um assunto pacífico e está a levantar muitas dúvidas, gerando mesmo uma onda de contestação na internet. Um dia depois da promulgação, pelo Presidente da República, do diploma que autoriza o Governo a colocar chips nas matrículas, já existe uma petição on-line com centenas de assinaturas. As dúvidas subsistem, inclusivamente da parte da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD)

 

«Num parecer elaborado em Abril, a Comissão suscitou algumas dúvidas, que agora foram confirmadas pelo Presidente da República», recordou ao PortugalDiário Isabel Cruz, secretária-geral da CNPD. Inicialmente, existia a dúvida sobre se o Governo poderia legislar sem passar pela Assembleia da República, mas tal situação foi alterada e o diploma foi mesmo discutido, com polémica, no Parlamento.

Chip vai respeitar vida privada dos cidadãos

Com a autorização legislativa surgiu uma outra dúvida sobre a natureza do chip, se seria de monitorização por satélite ou local. O Governo explicou que seria local, colocando de parte o GPS e abrindo portas ao RFID (Radio-Frequency IDentification). Ainda assim, é algo que terá de ser esclarecido pelo próprio executivo durante a elaboração da lei, tal como a entidade que irá gerir os dados e a sua aplicação.

Em todo o caso, a Comissão terá de ser ouvida novamente, para emitir um parecer sobre a nova lei. Trata-se de uma tecnologia sem precedentes na União Europeia, pelo que a própria Comissão apresenta reservas, nomeadamente em relação a alternativas.

Petição on-line

Subsistem reservas em relação a este tipo de tecnologias e foi isso mesmo que suscitou o surgimento de uma petição on-line contra o diploma. A «Petição Contra a Colocação Obrigatória de Chips de Vigilância nas Matrículas dos Veículos Automóveis» pretende denunciar «as premissas ambíguas e questionáveis do projecto».

«O Sistema de Identificação Electrónica de Veículos SIEV parece ser inútil, até prejudicial, do ponto de vista da facilitação da vida do utente; o governo, e os seus parceiros privados neste projecto, passam a deter um poder excessivo e injustificado para controlar, e eventualmente taxar, os veículos; o direito à privacidade dos automobilistas é posto em causa; e, uma vez mais, pretende-se que os contribuintes portugueses sejam chamados a pagar um projecto governamental megalómano, dispensável, e potencialmente prejudicial para as suas liberdades e direitos elementares», lê-se na petição.

Dez a quinze euros

O Governo assegura que a privacidade não estará em causa e vai explicando a utilização das «e-matrículas». O secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, informou, em entrevista à SIC Notícias, que os novos dispositivos a colocar nos veículos custarão «entre dez e quinze euros» e serão pagos pelos utilizadores, o que já motivou também o protesto por parte do Automóvel Clube de Portugal. Na perspectiva do presidente Carlos Barbosa, esse encargo devia pertencer às seguradoras.

Paulo Campos explica que o chip não vai colocar em a privacidade e será «um instrumento fundamental para a diminuição da sinistralidade automóvel», com «fiscalizações mais eficazes», para além de «ajudar a gerir melhor as infra-estruturas rodoviárias».

Os dados serão geridos por «uma entidade a criar», que estará sobre a alçada do Ministério das Obras Públicas, podendo ser utilizados em quatro ocasiões: «pela polícia; pela entidade que cobra portagens, como acontece com a Via Verde, de forma totalmente voluntária; por privados, como seguradores, no caso de um segundo veículo que seja pouco utilizado e que poderá pagar apenas quando estiver a circular, ou seja, novamente de forma voluntária; para além da própria entidade de gestão».

 

Conteudo IOL Diário

Selo automóvel

Posted by 100muros on Sep-13-2008 under Notícias

Boas.  Como vocês já sabem o selo automóvel já não se vende nas papelarias mas nas finanças e tem de se pagar no mês da matrícula do veículo automóvel. Este post é só para vos alertar que se esquecerem-se de pagar no mês do carro estão sugeitos a uma multa. foi o que se passou comigo. O meu carro chumbou à inspecção e foi entretanto para oficina para arranjar, nada de mais (suspensões novas, fumos, etc). Por lapso esqueçi-me de ir as finanças. fui 2 dias depois do mês passar. paguei 16 euros de selo do meu opel corsa b de 99 e mais 15 euros de multa. por isso não se esqueçam de ir pagar ,

cmpts migfig

Opep reduz em 520 mil barris por dia

Posted by 100muros on Sep-10-2008 under Notícias, combustíveis

Opep reduz em 520 mil barris por dia para manter os preços

 A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) anunciou nesta quarta-feira que irá reduzir em 520 mil barris por dia a oferta global do produto.

A decisão foi tomada em uma reunião realizada em Viena por representantes dos países do cartel, em que eles discutiram a recente queda do preço do produto no mercado internacional.

Na terça-feira, o preço do barril caiu para menos de US$ 100 pela primeira vez desde abril.

O barril do petróleo tipo Brent para entrega em outubro foi negociado em Londres a cerca de US$ 99 durante o dia, encerrando o dia cotado a US$ 100,34.

A cotação chegou ao ápice de mais de US$ 147 em julho, levando a temores de inflação nos países consumidores. Entretanto, os preços vêm caindo desde então, refletindo o desaquecimento da economia global e a conseqüente menor demanda pelo produto.

Analistas também atribuíram a queda desta terça-feira à crença, entre os investidores, de que o furacão Ike não irá afetar a produção americana de petróleo na região do Golfo do México, o que elevaria a demanda dos Estados Unidos por petróleo de outros países.

veículos mais baratos em 2008 com alteração do IA

Posted by 100muros on Sep-9-2008 under Notícias
Os automóveis vão ficar mais baratos em 2008 no acto de compra. Isto porque o Governo se prepara para transferir mais 10% do imposto sobre veículos para o imposto de circulação em Julho do próximo ano, além da transferência já prevista para Julho deste ano.

Os automóveis vão ficar mais baratos em 2008 no acto de compra. Isto porque o Governo se prepara para transferir mais 10% do imposto sobre veículos para o imposto de circulação em Julho do próximo ano, além da transferência já prevista para Julho deste ano, também de 10%, no âmbito da reforma do Imposto Automóvel (IA).

No total, o imposto automóvel vai sofrer uma redução de 20% entre 2007 e 2008, noticia do ”Diário Económico”.

A consequência imediata é a redução do preço do veículo no acto da compra. No entanto, haverá um efeito de compensação para o imposto de circulação, pelo que, apesar de o consumidor pagar menos na aquisição do veículo, pagará mais imposto de circulação (actual imposto municipal sobre veículos).

A medida insere-se na reforma do Imposto Automóvel, que está a ser preparada pelo Governo e que entrará em vigor em Julho deste ano. O objectivo é desagravar a carga fiscal no acto da compra de veículos, diminuindo o peso do IA no preço final do automóvel, penalizando depois a sua utilização.

noticia do site http://www.jornaldenegocios.pt